| Apresentação |
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Com sede em Belo Horizonte, o Centro Cultural Casa África (CCCA) surgiu oficialmente em setembro de 2005, idealizado pelo Cônsul Honorário do Senegal Ibrahima Gaye.
A Casa África, como ficou conhecido na cidade, é a somatória de todos os projetos já desenvolvidos por Gaye e sua equipe e resultou num centro de referência da cultura africana no Estado de Minas Gerais. É, portanto, um espaço de comunhão dos povos e de descobrimento mútuo das culturas. Traz oportunidades de relacionamentos e de desenvolvimento econômico, através do fortalecimento das relações humanas, independente de raça, credo ou qualquer outra definição limitante.
Mais do que opções de lazer e informação, a Casa África promove um intercâmbio que permite à sociedade, entre outras coisas, vivenciar e compreender melhor a contribuição das raízes africanas na formação identitária e cultural brasileira.
Nestes anos de trabalho, a Casa África já teve a honra de receber diversas personalidades internacionais – como a cineasta e antropóloga norte-americana, Sheila Walker; o também antropólogo jamaicano Carlos Moore; a senegalesa Germaine Acogny, precursora da dança afro contemporânea; o grupo de teatro, música e dança “Les Go de Koteba” de Souleymane Koly, da Costa do Marfim; o elenco da companhia teatral de Peter Brook; o embaixador de Gana em Cuba, Rasheed Inusah; o Diretor de Cultura do Senegal Alioune Badiane; o embaixador do Senegal no Brasil, senhor Fodé Seck – além de artistas e autoridades brasileiros.
Missão
A missão do CCCA é promover, divulgar e difundir a cultura africana e da sua diáspora em todas as suas formas de manifestação. Promover atividades sócio-culturais e educacionais junto à comunidade como palestras, exposições, espetáculos, seminários e outros projetos que busquem a construção de culturas coletivas.
Visão
A história da África e sua diáspora, contada pelos africanos e seus descendentes, trará à tona uma nova consciência e uma releitura sobre os conceitos e preconceitos tão marcantes na sociedade internacional. Neste sentido, a visão do Centro Cultural Casa África é norteada por dois provérbios africanos:
“Enquanto não houver leões historiadores, a glória da caça irá sempre para o caçador.”
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Rua Tulipa, 215 | Esplanada